01/10/2020

Pen Tint, o batom reinventado

Item básico de maquiagem, o batom já passou por diversas transformações desde seu surgimento comercial, no início do século passado. A forma de bastão, por exemplo, idealizada pelo perfumista francês Rhocopis, consagrou o produto, que se tornou o cosmético mais popular do mundo nos últimos cem anos.

 

Uma recém-chegada transformação no modo de uso e de formato do batom aponta para a reinvenção desse produto que, sozinho, deve gerar cerca de 9 milhões de dólares no mercado de cosméticos em 2021. Em forma de caneta, tipo pen tint, é um produto que une a praticidade do batom tradicional com as possibilidades de variar a maquiagem da boca. E tem ainda a vantagem de ter uma fórmula que não transfere, ou seja, a tinta não derrete nem sai – um grande diferencial para esses tempos em que parte do dia é atravessada com uma máscara em contato com o rosto.

 

De acordo com a consultora de beleza Raquel Noronha, a tendência entre as mulheres hoje é por variações nos cosméticos para a boca, quase sempre ‘refém’ do batom tradicional.

 

“Quando se fala em maquiagem para os lábios, pensamos em batom. E isso há cem anos. O poder que a boca tem sobre uma maquiagem é imenso para ficar sempre na mesma estética do batom. O mercado já exigia, havia algum tempo, um cosmético tipo pen tint, uma opção simples e prática para quem, por exemplo, não quer preencher todo o lábio e quer deixá-lo apenas delineado, realçando seu formato.”

 

O formato de caneta pode ser paradigmático do batom do nosso tempo, da mesma forma que o formato bastão de Rhocopis definiu o conceito visual do produto no século passado. Raquel Noronha argumenta que tanto quanto as qualidades intrínsecas que um produto tipo pen tint deve ter, como longa duração e efeito natural, o mercado consumidor avalia pontos como as facilidades práticas de uso e carregamento que são oferecidas.

 

“Você tem um produto que não faz volume na bolsa, que cabe na necessaire ou no bolso da calça. Isso não entra em conta na avaliação de quem usa? Claro que entra! Ou alguém que não tem experiência em passar o batom tradicional e vê um produto tipo pen tint, em que tem firmeza e segurança para aplicar a maquiagem… Hoje em dia isso faz total diferença na relação de confiança que uma cliente desenvolve com um produto. E, como eu disse, o mercado de cosmético para a boca estava precisando se renovar, perceber essas questões atuais.”

 

Questionada se a pandemia causada pelo novo coronavírus pode influenciar de alguma forma o futuro do mercado de maquiagem para a boca, a consultora responde que não. Apesar de agora metade do rosto das pessoas passar boa parte do tempo sob uma máscara de proteção, Raquel diz que a indústria foi ágil ao perceber como será o ‘novo normal’ durante a pandemia e que se adiantou aos desafios impostos pela COVID-19.

 

“Em todos os sentidos estamos nos adaptando a essa nova vida. Já tenho visto, por exemplo, máscaras transparentes. Então, a indústria já percebeu que o produto para a boca não pode sair com facilidade, tem que ter alta fixação e não pode transferir se por acaso encostar na máscara. E mesmo com o uso das máscaras não transparentes, as maquiagens tipo pen tint são fabricadas com tecnologia para que quando a pessoa tira a máscara, sua maquiagem permaneça irretocável. A indústria está muito atenta.”

 

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